domingo, 11 de janeiro de 2009

A menina


Era uma vez uma menina que se chamava Anabela.
Ela usava óculos e os seus colegas não gostavam dela.
A menina não tinha com quem brincar em todos os intervalos . Estava sempre só.
Um dia, a Joana que era a sua melhor amiga e que também usava óculos, viu que estavam todos a gozar com a Anabela e não gostou.
Então exclamou:
- Não batam na Anabela, nem gozem com ela!
No entanto, todos continuaram a gozar, só que desta vez era com as duas.
A Joana já muito irritada bateu -lhes e foram-se todos embora com medo dela .
A Anabela disse então para a Joana :
- Não se devem resolver as coisas à pancada.
A Joana concordou e disse:
- Vamos mostrar-lhes com a nossa indiferença quem é melhor!

Inês Rosa 5º D

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A princesa corajosa


Era uma vez uma princesa muito corajosa, que queria encontrar um tesouro perdido.
Para isso, precisava de uma chave.
Então, a princesa pegou no seu tapete mágico e voou por montanhas, rios, vales e mares.
A certa altura, encontrou um pirata muito gordo e agressivo que tentou apanhar o tapete mágico da princesa, mas que felizmente não conseguiu.
O pirata zangado pediu ajuda ao grande polvo do mar, para que ele com os seus tentáculos conseguisse rasgar o tapete da princesa, mas como esta era muito corajosa, na batalha com o polvo conseguiu tirar-lhe a chave que ela tanto queria. Toda contente com a sua vitória, voou até ao castelo e ao avistar o rei contou-lhe a sua aventura.
O rei ficou tão feliz com a coragem da princesa que a pediu em casamento.
A princesa ficou tão feliz que começou a gritar:
- É milagre, é milagre, é milagre!

Catarina Ressurreição 5º D

O palhaço e a fada


Era uma vez um palhaço que andava à procura de um tesouro.
Quando ele andava à procura do tesouro, encontrou uma fada e pediu-lhe ajuda.
Eles foram procurar o tesouro montados num cavalo branquinho como a neve.
Pelo caminho encontraram piratas e ficaram com muito medo, mas conseguiram fugir.
Finalmente chegaram ao castelo onde estava o tesouro.
Dentro do castelo estava um terrível dragão que acabou por ferir o palhaço.
A fada quando viu o palhaço ferido, pegou na sua varinha mágica e salvou o palhaço.
O palhaço e fada ficaram amigos para sempre.


Raquel 5º D

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

O anel dos desejos


Era um dia de Verão muito quente. Enquanto os camponeses trabalhavam a princesa descansava no seu castelo.
Um dos camponeses, muito trabalhador, queria conhecer a princesa porque ela dava dicas de amor e ele gostava de saber o que era o amor.
O pobre camponês chamava-se Vicente e a princesa chamava-se Isabel.
Passados alguns dias, o Vicente escorregou no chão molhado de sua casa e apareceu de repente uma fada que o viu e lhe concedeu um desejo. O Vicente disse:
-Hum… eu gostava de ter muitos desejos!
-Muito bem já que pediste, eu dou-te o anel dos desejos.
O Vicente estava tão contente com o anel que até dava pulos e guinchos de menina.
E de repente a fada desapareceu.
O Vicente pediu um desejo que era ter um cavalo preto com asas e voou logo nele para o castelo.
No castelo, junto da torre da princesa havia um rio muito grande e quando o Vicente entrou no castelo apareceu num só segundo um enorme polvo laranja.
O polvo aproximou-se dele mas o Vicente pediu ao anel para ir para a torre da princesa.
Quando a princesa o viu perguntou -lhe:
-O que estás aqui a fazer?
-Eu vim aprender -respondeu ele.
-Aprender o quê? -perguntou ela.
-Aprender o que é o amor -disse ele.
-Então não sabes o que é o amor, certo?
-Sim.
Os dias foram passando e uma tarde o Vicente olhou nos olhos azuis da princesa e a princesa olhou nos olhos verdes do Vicente, até que o seu cavalo pediu um desejo e eles os três ficaram presos numa ilha paradisíaca onde encontraram o rei a relaxar na praia.
A princesa gritou então:
-Pai ,o que estás aqui a fazer?
-A relaxar, não se vê?
-Mas tu disseste que estavas na guerra.
-Sim, claro que disse mas menti.
De repente o rei começou a querer lutar com o Vicente e o Vicente pediu que aparecesse uma espada e começaram a lutar durante meia hora.
Entretanto pararam e o rei pediu aos guardas que o condenassem à morte.
Quando já estavam no castelo e a princesa estava mascarada de velha para ver a morte infeliz do Vicente, o guarda disse:
-Este homem irá morrer por se ter aproveitado da princesa e por ter desafiado o rei.
Vicente disse então:
-O meu amor é a princesa.
E logo depois, deixou cair o anel. A princesa apanhou-o e desejou que Vicente não morresse.
Passados alguns anos o Vicente e a princesa tiveram dois filhos, o rei foi preso e o polvo começou a ser o cozinheiro do castelo.


Escrito por: Madalena Gonçalves
Turma: 5.ºD

Um casal feliz

Era uma vez, um soldado que gostava de uma princesa que vivia escondida no Condado Portucalense.
A princesa chamava-se Maria e tinha uma irmã gémea a Teresa e outra mais nova, a Francisca.
Ora acontece que nesse condado morava um soldado, o Miguel um rapaz alto e formoso.
A princesa Maria e o soldado Miguel estavam apaixonados e foram de coche para o castelo de Guimarães para se casarem.
A sua fada - madrinha deu - lhes um anel mágico para escaparem aos adversários.
Durante o caminho apareceu um polvo gigante, mas o anel mágico matou o polvo porque lhe cortou os tentáculos.
Por fim, chegaram ao castelo. Os amigos e familiares já lá estavam à sua espera. Inesperadamente apareceu no castelo um pretendente com a ideia de fazer um concurso de pesos, sendo que quem fosse vencedor casaria com a princesa.
Durante este duelo, um peso cai em cima do soldado porém, como ele possuía o anel mágico, ganhou novamente forças e acabou por vencer o concurso. Finalmente o soldado e a sua bela princesa casaram-se e tiveram uma festa daquelas que as crianças só vêm nos filmes de contos de fadas.


Gonçalo Ramos 5º D

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O elixir da longa vida


Era uma vez um velho, muito pobre, que se chamava Vasco.
Um dia em Iriaca, uma vila onde ele vivia, surgiu a notícia que numa gruta havia um frasco com um líquido com o poder de fazer a vida mais longa.
Então Vasco sentou-se no seu tapete mágico e foi à procura desse líquido.
Pelo caminho encontrou um dragão que o tentou matar, mas a sorte foi a sua espada, pois com ela matou o dragão.
O Vasco voou mais um pouco e encontrou a tal gruta.
Infelizmente, quando lá entrou caiu numa armadilha e ficou gravemente ferido.
Dentro da gruta estava uma mulher que o conseguiu curar.
A mulher foi muito simpática mas tinha de seguir o seu caminho.
Entretanto o Vasco encontrou o frasco e bebeu o líquido - o elixir da vida.
E assim a história termina com a longa vida do Vasco!
Alguém o conhece? Ele anda por aí...

Andreia Grilo – 5º D

domingo, 4 de janeiro de 2009

Chuva chuva vai caindo...


Chuva, chuva vai caindo...
Ouve-se o chap chap no chão.
Ai chuva, maldita chuva!
Que molhaste o meu cão.

O meu cão não pára quieto,
e já me estou a irritar.
Ai se ele não parar quieto,
vai ter que à chuva andar!

Tirando estar a chover,
até foi um dia bom.
O meu cão parou quieto,
e recebemos um bombom!

Daniela 5º D